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Maíra das Neves is a trans-disciplinary artist, translator, and researcher currently based in São Paulo, Brazil. She sees language as a battlefield. She is currently researching decolonial practices within artists’ writings for her Master degree in Literature, Culture, and Contemporaneity at PUC-Rio. She graduated in Fine Arts at FAAP (São Paulo, 1998), and attended Aprofundamento- EAV/Parque Lage, (Rio de Janeiro, 2010) and Universidade de Verão - CAPACETE (Rio de Janeiro, 2013). Selected art residencies: Lastro Centro-América, (Antigua Guatemala, 2015), Z/KU – Zentrum für Kunst und Urbanistik (Berlin, 2014), CAPACETE (Rio de Janeiro, 2009). Solo shows: Portas Vilaseca Galeria (Rio de Janeiro, 2013), Espaço Sergio Porto (Rio de Janeiro, 2013), Programa de Exposições CCSP (São Paulo, 2013). She kept the “Ateliê 1m2” at Bhering Studios, (Rio de Janeiro 2010/2013), where she organized and hosted open presentations and experiments of many artists. She was part of Agência Transitiva (2013-2015). With them she experimented different modes of financial support, collective writing, and adhesive transversal networking.
Maíra das Neves é artista, tradutora e pesquisadora ,e atualmente vive em São Paulo, Brasil. Ela vê a linguagem como campo de batalha. Cursa o mestrado em Literatura, Cultura e Contemporaneidade na PUC-Rio, onde desenvolve pesquisa sobre práticas descoloniais na escrita de artistas. Graduou-se em artes visuais na FAAP (1998), e participou dos programas Aprofundamento no EAV/Parque Lage (2010) e Universidade de Verão - CAPACETE (2013). Dentre as residências, destacam-se: Lastro Centro-América, (Antigua Guatemala, 2015), Z/KU – Zentrum für Kunst und Urbanistik (Berlim, 2014), CAPACETE (Rio de Janeiro, 2009). Apresentou exposições individuais na Portas Vilaseca Galeria (Rio de Janeiro, 2013), Espaço Sergio Porto (Rio de Janeiro, 2013) e no Programa de Exposições CCSP (São Paulo, 2013) e participou de diversas exposições coletivas. Manteve o “Ateliê 1m2” na Bhering, (Rio de Janeiro 2010/2013), onde organizou e recebeu apresentações e experimentos abertos ao público de diversos artistas. Foi parte da Agência Transitiva (2013-2015), com a qual experimentou diferentes modos de financiamento, escrita coletiva, e criação de redes transversais e adesivas.